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Leishmaniose tem tratamento! Descubra como tratar e evitar a doença

Raul foi resgatado com leishmaniose, com 20 kg abaixo do peso e foi tratado, veja o antes  e depois, nas fotos

Esta foi a Semana de Combate à leishmaniose. A doença afeta mais de 3.500 pessoas por ano no Brasil. Para cada humano afetado, a estimativa é que haja 200 cães infectados, segundo o Ministério da Saúde.

O Patas ao Alto  tira dúvidas cruciais sobre a doença:

O que é leishmaniose?

É uma doença infecciosa grave causada por um protozoário que invade órgãos dos animais, provocando lesões e, se não tratada, leva à morte.

O animal e o humano podem pegar quando o mosquito-palha pica animais infectados e posteriormente pica animais ou pessoas sadias.

Como tratar?

Leishmaniose tem tratamento e não é preciso sacrificar o animal. “Como a aprovação do tratamento é recente,há dúvidas sobre o assunto. Infelizmente, ainda há quem indique eutanásia”, afirma Marco Ciampi, presidente da Arca Brasil.

O tratamento com Milteforan, medicamento aprovado no Brasil, melhora na qualidade de vida dos cães com redução significativa da carga parasitária e, consequentemente, promove o bloqueio ou redução do risco de transmissão da doença.

Como evitar a doença?

Inseticidas e repelentes nos animais. Hoje há coleiras que, além de eliminar pulgas e carrapatos, evitam que o mosquito chegue perto do bicho. É o caso da Seresto, da Bayer, que dura oito meses.

De forma a prevenir a picada, a Bayer ainda indica que a pessoa evite passear com os animais após o entardecer,  momento de maior atividade do inseto, mantenha tudo limpo e livre de fezes, coloque telas de malha fina nas janelas, evite acúmulo de lixo, faça poda de árvores e evite a formação de matéria orgânica e vacinar contra leishmaniose.

Por que indicavam a morte do cão?

O cão não transmite a doença. Isso tem que ficar claro. O sacrifício do cão era indicado com a alegação de que eles fazem parte do ciclo da doença, que é transmitida pelo mosquito-palha.

Nesta semana a Arca Brasil – Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal e o Brasileish – Grupo Brasileiro de Estudos sobre Leishmaniose Canina, divulgaram o manifesto “Não Mate, Trate”

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Tera também foi tratada ao ser diagnosticada com leishmaniose

 

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