Foto: Divulgação/Feliciano
Foi criada uma lei, em trâmite, que proíbe o confinamento de animais. Você sabe o que é isso?
A prática cruel é a forma mais comum de criação de bichos. Ela é usada buscando lucro, para que você compre carne macia, cachorrinhos fofinhos em pet shops e até possa adquirir ovos de galinhas sofridas, mas que botam sem parar, afinal, o que vale é dinheiro, e não o bem-estar do bicho :/
O autor da lei estadual de São Paulo, deputado Feliciano Filho (PEN-SP), conta como acontece.
— Porcas ficam sem se mexer, bezerros tomam apenas leite e ficam imobilizados até o dia do abate para a carne ficar macia, galinhas poedeiras têm seus bicos serrados e ficam debaixo de luz dia e noite para não dormir e comer mais… Muitos desses animais nem chegarão a ver o sol ou a natureza. Apenas nascem, sofrem e morrem.
Gente, nós caninos também somos tratados como mera mercadoria! E para comprar aquele cachorrinho ou gatinho lindo de pet shop, na maioria das vezes, não é diferente o sofrimento, que ninguém mostra.
Eles são criados só para procriar. Mamães têm inúmeras crias durante a vida. Não brincam, não passeiam, não têm amor, vivem em cubículos para parir. Ter filhote é vender: money, money, money.
— Em muitos canis e gatis, as matrizes (mamães e papais) são mantidas confinadas em gaiolas, por toda a vida, sem sol ou movimento. Muitos bichos desenvolvem transtornos comportamentais irreversíveis.
Claro que têm os bons canis, mas são exceção, pois custam caro. E quem está disposto a bancar o bem-estar do animal?
A lei, que ainda falta ser aprovada, também prevê multas e autoriza o Estado a reverter os valores recolhidos para ajudar em ações de conscientização da população, sobre guarda responsável e direitos dos animais.
O que você acha disso? Dê a sua opinião!
Foto: Eco Planet
 Veja mais!
+ Presas de SP vão cuidar de cães abandonados. Sabia dessa?
+ Gatinhos e coelho pensam que são irmãos
+ Deputado quer acabar com tortura de bichos
+ Tem um cão lindo e focinhudo em casa? Mande para o R7!
+ Bulldog gordinho tira uma soneca